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8 cuidados para reduzir os riscos da cirurgia plástica

Toda cirurgia tem riscos. Evitá-los e preveni-los depende de um esforço conjunto entre paciente e médico, por isso é importante estar ciente de todos os aspectos que envolvem o procedimento a ser realizado. O cirurgião deve ser informado sobre o histórico médico, alergias, estilo de vida, hábitos alimentares, vícios e uso atual e anterior de medicamentos, a fim de prevenir potenciais complicações. De maneira geral, listamos neste artigo alguns pontos que merecem atenção para reduzir os riscos da cirurgia plástica, independentemente da cirurgia ou procedimento realizado.

Como diminuir os riscos da cirurgia plástica?

  1. Desconfie de preços muito baixos e promessas de resultados milagrosos

Uma cirurgia plástica realizada com qualidade e segurança não tem como ter o custo muito baixo. Além disso, o valor de um procedimento não pode ser divulgado em propaganda, por determinação do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), mas pode ser estimado pela soma dos honorários da equipe médica (cirurgião plástico principal e assistente – profissionais com 11 anos de formação –, médico anestesista e instrumentador), dos custos hospitalares, exames pré-operatórios, medicamentos e outros. Quando um cirurgião cobra um preço muito baixo, é possível que ele esteja negligenciando aspectos de segurança e qualidade.

  1. Evite fazer mais de uma cirurgia em um só procedimento

Às vezes, é melhor submeter-se a duas cirurgias separadamente. O prolongamento do tempo cirúrgico expõe a saúde da paciente a mais riscos e a maiores potenciais complicações.

  1. Tome medidas que previnam a trombose

O uso de meias elásticas de compressão durante e após a cirurgia e a utilização de bombeamento intermitente nos membros inferiores são medidas que podem ser tomadas pelo cirurgião para diminuir os riscos de trombose venosa profunda. O uso de anticoncepcionais hormonais deve ser interrompido antes da cirurgia.

  1. Deixe de fumar

Pacientes fumantes têm maiores índices de complicações. A nicotina prejudica a circulação e as toxinas afetam a oxigenação do sangue, o que aumenta vertiginosamente o risco de necrose da pele, trombose e embolia pulmonar, e dificulta a cicatrização. A paciente deve deixar de fumar, pelo menos, 30 dias antes da cirurgia (e 30 dias depois).

  1. Alcance o peso adequado

Caso apresente sobrepeso antes da cirurgia, a paciente deve emagrecer, principalmente se a cirurgia que for realizar tiver relação com o contorno corporal, sob o risco de não obter os resultados previstos. Da mesma forma, o ganho de peso pode alterar irreversivelmente os resultados obtidos com algumas cirurgias plásticas.

  1. Faça os exames necessários

Previamente à cirurgia, é preciso passar por avaliação médica, realizando os exames de sangue, cardiológico e de imagem prescritos (o cirurgião pode solicitar também um ultrassom da região a ser operada e um doppler, para visualizar os vasos sanguíneos e verificar se há trombos na corrente sanguínea).

  1. Ajuste os medicamentos

A dosagem dos medicamentos que a paciente pode estar usado deve ser ajustada. Deve-se evitar a ingestão de anticoagulantes, alguns anti-inflamatórios e medicamentos naturais, pois podem aumentar o sangramento.

  1. Alimente-se bem

É fundamental que a paciente esteja bem nutrida, pois a anemia e a falta de vitaminas e outros elementos, como zinco e cobre, podem atrapalhar a cicatrização e facilitar os sangramentos. A alimentação balanceada deve ser iniciada meses antes de realizar a cirurgia para que seja eficaz. Já a pele da região a ser operada precisa ser muito bem hidratada, a fim de aumentar a elasticidade.

Além disso, para reduzir os riscos da cirurgia plástica também é fundamental escolher um cirurgião plástico qualificado e experiente, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), que atenda e opere em local autorizado pela Vigilância Sanitária, contando com equipamentos adequados e equipe de assistência.

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